quarta-feira, 28 de março de 2012
ESCOLA E EDUCAÇÃO EM DEBATE !
segunda-feira, 12 de março de 2012
PARABÉNS QUERIDO BAIRRO ARAÇÁ - PARABÉNS QUERIDA ESCOLA MONSENHOR VICENTE BEZERRA { 85 ANOS }
A Educação pressupõe aptidão, todo sociedade apta a educação, é uma sociedade desenvolvida, desde que, se entenda como aptidão, uma sede intelectual, uma motivação interna, uma vontade de dar o salto entre o conhecimento distante ao gosto de tê-lo aprisionado as equações dos já existentes, para que, já na intimidade do ser de cada um, a certeza de que estas novas equações, advindas do processo educacional, são luzes para a família, para a sociedade, para o mundo e para a vida.
Neste dia 15 de Março, 2012 – A Cidade de Aurora teve com certeza, na sua aurora boreal um raio luminoso especial, pois, é nesta data que nascia no retrocesso do tempo o primeiro Educandário das Escolas Públicas do Cariri Cearense, pela objetiva mágica da arte poética se pode afirmar assim: como Aurora é o presente do Rio Salgado, o querido bairro do Araçá é um presente da Escola Monsenhor Vicente Bezerra, bem como A Escola Monsenhor Vicente Bezerra é um presente da via férrea. Vejo o Majestoso Bairro do Araçá, sorridente, feliz, gracioso, realizado e festivo, pois não mediu esforço para concentrar esta grandiosa casa de Educação no seu seio acolhedor.
Hoje não dá mais para separar o bairro Araçá da Escola Monsenhor Vicente Bezerra, pois são colados na história, na educação, na grandeza de um povo hospitaleiro, que mais parece uma cidade, um canteiro de gente corajosa, um bairro populoso que cresce com o idealismo de quem sempre acredita em dias melhores, em um futuro promissor e tem na sua intimidade a sua garbosa Escola Monsenhor Vicente Bezerra a fortaleza de uma comunidade que sabe, que luta, que tem a tenacidade de saborear uma historia linda, feita por uma força de raios brilhantes, imatantados, unidos,colados, o sorriso maravilhoso de um pai a contemplar a beleza do filho, o sorriso do filho a contemplar a grandeza do pai, unidos para sempre, laço de civilidade, amor pleno, virtudes, e de serviços ao bem estar de todos aurorenses
Bairro Araçá e Escola Monsenhor Vicente Bezerra, almas gêmeas, neste dia 15 de março a soluçar a grandeza do amor intenso, verdadeiro, fabricado no cuidado, no zelo e na beleza de se viver plenamente a graça de poder existir, como uma árvore bela, a brisa de poder dar o exemplo de lealdade, compromisso, seriedade, e fazer a história majestosa que encanta desde os poetas, escritores, gente humilde, alunos, professores, comerciantes, donas de casa, agricultores, juventude, adultos; enfim, toda a heterogenia social a cantar parabéns bem alto e, em alto tom, Parabéns Escola Monsenhor Vicente Bezerra, Parabéns Querido Bairro do Araçá!!!
(*) Professor da Escola de Ensino Fundamental e Médio Monsenhor Vicente Bezerra
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Raiz da Educação Pública no Cariri Cearense- Monsenhor Vicente Bezerra-85 anos
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Arranque a ignorância da máscara
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
Aurora - Do Menino Deus a Santa Popular
Luiz Domingos de Luna*
O Poeta deu o Nome- Aurora!!!
Da fazenda logradouro aos dias atuais este nome porta um mistério que dos mais distintos períodos da historiografia do cariri, estudiosos, pesquisadores, historiadores a decifrar o porquê: uma corrente foi buscar explicações e para isto colocaram logo uma venda, uma senhora para como proprietária, a mulher ficou sem nome, daí surgiu a mulher da venda, a fazenda logradouro ganhou o nome de venda, a outra corrente resolveu tirar a venda da senhora, ao tirar a venda a ilustre senhora começou a ver o sol, daí surgiu o nome de Aurora. Na verdade ninguém ainda a esta altura sabia o nome da mulher, assim se buscou outras alternativas, mas a cada investida, mais indagações surgiram, mas complicado ficava, até que resolveram dizer que o habitante da época Benedito José dos Santos fora ao Rio de Janeiro e lá, finalmente, a Princesa Isabel, resolvera de fato o imbróglio, dando o nome da localidade de Aurora, os historiadores se calaram, mas os poetas não, pois o maior poeta de Aurora, Francisco Leite - Serra azul, afirmou categoricamente que o nome Aurora tinha sido dado por ele para completar uma rima de sua Poesia: Aurora ( Antiga venda). Assim o nome de Aurora surgiu de uma poesia de Serra Azul. Os historiadores acordaram para o nome Aurora, a “guerra” entre os historiadores e poetas continua. Quem vai trazer a verdade, os fatos, os historiadores, os poetas, ou o mistério continua.
O Nome Menino Deus
O Padroeiro de Aurora – Menino Deus- é uma grande pesquisa para os historiadores, e uma grande certeza para os poetas, pois para os poetas antes de Aurora, o Menino Deus já era padroeiro de Aurora. A Poesia é simples assim.
A Santa Popular de Aurora
Os historiadores já cansados de tanto pesquisar, diante da santa popular de Aurora, se uniram aos poetas e junto com o povo numa união perfeita somente a aclamar!!! Deixaram a pesquisa, esquecera a historia, a poesia fugiu para aos pés da Mártir Francisca, o povo construir sua santa e a poesia terminar.
(*) Professor da Escola de Ensino Fundamental e Médio Monsenhor Vicente Bezerra – Aurora – Ceará.
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
AURORA , CE - DE SERRA AZUL
NOTAS SOBRE O POETA SERRA AZUL
Trecho publicado em O Ceará, de Raimundo Girão e Antonio Martins Filho, Edição de 1939 – editora Fortaleza. Rio de Janeiro, 9 de julho de 1977
Nos idos de 1919 chegava a Fortaleza o poeta Serra Azul. Tinha 26 anos, pois nascera a 3 de maio de 1893 no sítio Pau Branco do município de Aurora – CE. Aos 4 anos de idade ficara órfão de pai e mãe, sendo criado por uns tios que não tinham filhos. Aprendera a ler valendo-se de retalhos de jornais, fragmentos de livros escolares, almanaques e folhetos que conduzia, às escondidas, para a sombra do marmeleiro e do mofumbo, arbustos que caracterizam as caatingas do nordeste. Aos 15 anos recebera de Luiz Gonçalves Maciel as primeiras noções. Esse Luiz Gonçalves Maciel havia sido seminarista e era tudo em Aurora: professor, mestre de música, sacristão e farmacêutico. Como sacristão, substituía o vigário nas suas ausências, ministrava sacramentos e fazia pregações; como farmacêutico, era o médico do lugar e das aldeias vizinhas. Maciel encontrava-se em Malhada Funda, na zona do ribeirão Tipi, afluente do Salgado, foragido de Aurora, quando a cidade fora invadida, incendiada e saqueada, em 1908, pelas cabras de José Inácio, do Barro, e de Cândido Ribeiro, mais conhecido por Cândido Pavão. De Lavras, onde residiu o nosso perfilado algum meses, saiu a peregrinar pelo sertão como professor de meninos, detendo-se na Serra azul, a leste de Quixadá, em 1912, quando tratou de construir família. Participando de reuniões na chamada Cidade dos Monólitos, começou a fazer sucesso como improvisador, sucesso que repercutiu em Fortaleza. Juvenal Galeno, Rodolfo Teófilo, Antonio Sales, Quintino Cunha e Leonardo Mota convenceram-no a fixar-se na capital, onde conseguiria emprego. Mas do dinheiro que esse emprego lhe rendia nada sobrava para a compra de livros. A família aumentava de ano em ano. Assim, passou a freqüentar todas as noites, a biblioteca pública. Lia muito, lia até se apagarem as luzes do prédio. Ás vezes era visto em companhia de literatos, e os jornais começavam a publicar as suas poesias. A conselho de Rodolfo Teófilo resolveu adotar o nome de Serra azul, Não mais como apelido, porém como nome de família. Hoje além de poeta, é o professor de história natural e geografia. .
Francisco Leite Serra Azul. De uma memória de anjo, sabe de cor mais de 100 sonetos de Bilac, o seu preferido, e conhece, a fundo, as geografias físicas do Brasil, sendo capaz de responder sobre qualquer dos seus acidentes. Publicou Serra azul em 1924 o Alfabeto das Musas e em 1938 Natureza Ritmada. Ambos esgotados. Alfabeto das Musas contém os versos da fase lírica do autor. Alice é o modelo dos demais sonetos dessa fase. Francisco Leite, que veio do interior quase inculto, fixou-se aqui e vencendo terríveis dificuldades conseguiu cultivar seu espírito, manter e educar sua numerosa família. Hoje é professor, e com o nome de Serra Azul tornou-se um de nossos poetas mais conhecidos. É de sua autoria o volume Natureza Ritmada, aparecido ultimamente e que foi uma vitória para o seu talento. Trecho publicado em O Ceará, de Raimundo Girão e Antonio Martins Filho, Edição de 1939 – editora Fortaleza. Rio de Janeiro, 9 de julho de 1977. Meu prezado poeta Francisco leite Serra Azul ( Serra Azul )Alameda das Verbenas, 322 – Q. 13 Aldeota Fortaleza – CE. Pax Tenho participado de vários livros do Aparício, menos deste último: anuário de poetas do Brasil – 1 vol. 77, onde, com satisfação acabo de ler os seus 10 sonetos, sob a denominação Versos bucólicos. Confesso – lhe, meu preclaro poeta, que estou maravilhado são 10 sonetos bucólicos muito bons, o que é bastante raro, hoje em dia, acontecer. Meus efusivos parabéns. Gostei muito dos seus: A farinhada Aurora, pequeno munduru e a lua, todos de um fino lavor e bela inspiração. São difíceis de se fazer. Bravos. Queira dar – me a honra de ler o meu segundo livro de poesias: pensamentos poéticos, propaganda anexa, com 134 novos sonetos, entre alexandrinos, decassílabos e sonetinhos que tenho absoluta certeza de que irá gostar. Não o decepcionarei, meu estimado confrade e, desde já, aceite o meu abraço agradecido e os votos de boa saúde e inspiração. Do seu admirador. A poesia de Serra Azul. Francisco Leite Serra Azul é inconfundível com os demais poetas do Brasil. Inconfundível porque a sua poesia é de cunho científico – filosófico ainda não cultivado no Brasil, filiando-se aos gêneros de Lucrécio, Ovídio e Goethe. Seu livro Natureza Ritmada é uma prova disso. E o livro Versos Bucólicos pelas amostras que temos e pelo que verificamos na intimidade do poeta, não é mais do que uma continuação daquele no seu gênero predileto. Apenas a variante está em que Natureza Ritmada é cosmogônico. Dedica-se aos assuntos da astronomia, da física, da química, da meteorologia, da biologia e da fisiologia e anatomia humana. E matematicamente, entra pelos campos da geometria, onde descreve na Força cósmica um universo de círculos, eclipses, triângulos e linhas, falando sobre a curva do tempo e as Dimensões do Espaço, onde entram em choque as leis da gravitação universal de Newton com as da relatividade de Einstein. Penetra ao fundo dos abismos estelares onde se acha a estrela Antares com seus 370 anos de luz distante de nós e que nenhum poeta como Bilac tem ouvidos para ouví-la ou entendê-la. E com a mesma facilidade desce ao profundo vale submarino onde emitido luz como os radiários, fala do motu-continuo e da evolução na luta universal. Este é o enredo de natureza ritmada. Ao passo que versos bucólicos é geogênico ou geofísico. Trata de assuntos relativos ao adubo da terra, aos minerais, as plantas e aos animais. É todo dividido em ordem metódica. Há uma série de poemas e sonetos sobre plantas industriais e alimentícias outra sobre plantas medicinais, ornamentais e hortenses, outra sobre árvores frutíferas, árvores nativas e árvores.
(*) Transcrição – Professor da Escola de Ensino Fundamental e Médio Monsenhor Vicente Bezerra – Aurora - Ceará
domingo, 18 de dezembro de 2011
Cultura do Pânico
Luiz Domingos de Luna*
A possibilidade de um observador, acompanhar a história da humanidade no espaço tempo, no Planeta Terra. Um dilema será apresentado à espécie - o aumento de seu índice matemático, como o ser humano é um consumidor por excelência, O consumo terá também sua taxa acrescentada. Este vetor tem sido uma constante na história do homem.
A Produção, a fonte, sempre foi e será a natureza, assim se forma uma equação perversa, a cada aumento global da população com certeza aumenta o dano à natureza; assim a equação perversa passa a ser um mal necessário; pois a elasticidade populacional gera um custo muito alto para o espaço geográfico, vez que, a cada ocupação humana, milhares de espécies terão que desocupar “o seu habitat”, e os ecossistemas passam a ser um espaço exclusivo do seres humanos. – Espaços urbanos.
A Bomba populacional elaborada nos mais distintos espaços é uma realidade inexorável no tempo presente. Não dá mais frear, nem empurrar o problema para o futuro, muito menos, fingir que não existe. São fatos reais, comprovadas cientificamente, as estatísticas provam, já existe um consenso quanto a esta problemática, resta inserir meios plausíveis de: a cada pulo populacional, um salto na cultura do consenso, da seriedade, da responsabilidade, do compromisso do bem estar com o Planeta Terra. Urge assim, a necessidade de se criar em toda a conjuntura humana um desenvolvimento sustentável, tendo como premissa a continuidade dos seres humanos no planeta e a diminuição no Maximo possível de transgressão da natureza.Ao que parece ser solução, na verdade é um problema maior, Senão vejamos: Projeções apocalípticas, radicalismo exagerado, exposição de Pânicos futuros sem fundamentação teórica criteriosa, ideologias direcionadas balofas, e falta de compromisso com a relação entre a bomba populacional, as exigências dela advinda e a preservação da natureza.
(*) Professor da Escola de Ensino Fundamental e Médio Monsenhor Vicente Bezerra – Aurora - Ceará.
