Já é chegada a hora de se implantar nos currículos escolares a disciplina de ÈTICA, principalmente para as crianças, pois a realidade apresentada é muito dura, quando o lamaçal da impunidade, da corrupção e da inépcia do Estado, vão se configurando na mente da criança {de que tudo isto é normal}. É a lei do mais forte, É a lei do Gérson; Isto, com certeza são agentes desmotivadores para que as crianças busquem o aprendizado cotidiano, a responsabilidade social e partam para a conquista de um mundo fácil, amorfo, é neste clone da realidade que nos é apresentada, que nasce a naturalização das idéias, ou seja, achar que tudo é normal; por exemplo, pensar que a política é uma alcatéia de lobos humanos, que buscam somente {o seu bem estar e o de sua família}. Achar que os políticos podem tudo, inclusive lesar o patrimônio público em beneficio próprio. Achar que neste país quem não rouba ou deixa roubar é um otário. Achar que as garotas devem ser presas no meio de marginais para serem estupradas. Achar que os políticos corruptos nunca serão punidos. Para evitar esta visão naturalizada das idéias, nada melhor do que a implantação de ÈTICA para as crianças, pois quem sabe? A realidade pode mudar, e quando mudar? Salvaremos deste quadro amedrontador pelo menos as criancinhas.
Por: Luiz Domingos de Luna
Postado por Barbalha em Foco às 23:05:00
Fonte:http://barbalhaemfoco.blogspot.com/2009/03/etica-pelo-menos-para-as-criancinhas.html
quarta-feira, 11 de março de 2009
sábado, 7 de março de 2009
O Homem é o Lobo do Homem ? Não.
Enquanto nós, seres humanos, não tivermos a consciência plena de que a sociedade é, foi e sempre será um conglomerado humano heterogênico e que devemos respeitar toda existência humana, seja minoria ou maioria, compreender as opções individuais, orientações sexuais, as manifestações de opiniões, a liberdade de opções, enquanto não pararmos com o uso de adjetivos desqualificativos de escolha, grupos étnicos, religiosos e outros, nós jamais teremos uma mente aberta para o convívio pleno da paz social, da harmonia e do bem estar coletivo. O Tempo usado para depreciar a própria espécie humana, seja fenótipo ou ideológico deveria ser substituído, por um tempo útil, ou seja: por uma política universal do bem estar da humanidade, pois um choque de civilização, de cultura, de ideologia é um mal que vai prejudicar a todos, em um só tempo, em todo tempo, pois, é uma semente de fogo abrasador que coloca o homem contra o próprio homem e em nada colabora para o convívio dos seres humano na esfera maior - Planeta Terra.
Postado por Taciano Pinheiro às 19:42
Fonte:http://www.blogfariasbrito.com/2009/03/o-homem-e-o-lobo-do-homem-nao.html
Postado por Taciano Pinheiro às 19:42
Fonte:http://www.blogfariasbrito.com/2009/03/o-homem-e-o-lobo-do-homem-nao.html
quinta-feira, 5 de março de 2009
Cadê os Mecenas dos Blogs ?
A indústria Cultural Brasileira, alimentada pelo capitalismo selvagem e direcionador, está diariamente bombardeando a sociedade com uma massificação cultural alienante, no incentivo constante ao consumismo desenfreado, a uma cultura alheia a realidade do espaço tempo das manifestações artísticas e regionais, do talento, da arte, da literatura, da música, e da relação histórico raízes, por um modelo que prioriza um modismo falso e enganoso na sede insaciável pelo lucro fácil, tendo como ferramenta basilar uma mídia cordata que projeta no universo social o lixo, do vazio navegando eternamente nas ondas do nada. Praza Deus que a Internet, à luz da civilidade possa direcionar e resgatar estas riquezas regionais do cariri cearense, do patrimônio imaterial de nossa gente, bem como o fomento por parte de blogs qualidade primorosa, inclusive, porém sem patrocinadores, sem financiadores ou mesmo anunciantes, este manancial da epistemologia genética regional no repasse para o mundo on-line, passando para os olhos das futuras gerações o legado das preciosidades destiladas ao longo da história do homem, numa tentativa de regatar a identidade cultural do caririense para buscar compreensão da nossa presença e da nossa atuação no espaço social. Creio que desta forma estaremos contribuindo para a formação de uma juventude consciente, responsável, globalizada nos conhecimentos, na visão de mundo, na liberdade de expressão, na compreensão da heterogenia social. Este fluir do conhecimento no incentivo às manifestações regionais com certeza, é o antídoto para a idiotização da juventude, quando da aplicação do veneno destruidor da luz da vida no convívio social é a cultura massificada do nada para chegar a lugar algum.
Por Luiz Domingos de Luna
Postado por Tarso Araújo às 18:01
Fonte:http://caririag.blogspot.com/2009/03/cade-os-mecenas-dos-blogs.html
segunda-feira, 2 de março de 2009
ESTAÇÃO FERROVIÁRIA: Fonte de Nascimento da Civilização Aurorense
A Escola de Ensino Fundamental e Médio Monsenhor Vicente Bezerra é um presente da agência da estação ferroviária de Aurora, com inauguração no dia 07 de setembro, 1920, ficou Aurora, durante vários anos sendo o centro do cariri a ligar a capital Alencarina, assim, os iluministas da época, no entusiasmo do Dr. Guedes Martins e no levante de Monsenhor Vicente Bezerra e no também humanista Romão de Sá Barreto Sabiá, a mestrialidade de muitos outros {...}. Dando um ponto para a parada do cangaceirismo, coronelismo e vandalismo do tempo passado, colocaram de pé a idéia do primeiro educandário de Aurora {(visto a) (pulverização das Escolas Reunidas serem englobada ao Monsenhor} com unicidade física, {alvenaria coesa espacial} educacional e intelectual à terra do menino Deus, é neste ponto iniciático que nasceu a Escola Monsenhor Vicente Bezerra há mais de 81 anos humanizando o povo de Aurora, Graças dou ao Secretário de Cultura, turismo e desporto, por abrir para as novas gerações o prumo da história humanizadora de Aurora, que nasceu na estação ferroviária, centro de encontro de uma nova classe social que nascia, ainda que de forma embrionária, a burguesia iluminista a lutar contra o reacionarismo obscuro de uma aristocracia que mandava e desmandava ao poder da bala, do fuzil e do terror.
Como bem frisou o escritor Aurorense Serra Azul "a sua história é trágica e tremenda", porém, a cordialidade dos que aqui chegaram os dos que passaram um hálito oxigenado de civilidade com a consolidação do primeiro educandário Monsenhor Vicente Bezerra no querido bairro do Araçá, uma nova luz acende no farol de desenvolvimento educacional, comercial e intelectual de Aurora. Agora, também, com a mesma maestria dos pioneiros a bailar nas linhas turvas de nossa história, o abalizado Prof.José Cícero da Silva, que a frente da Secretaria de Cultura Esporte e Turismo a voltar o charme provinciano de um povo simples e alvissareiro - O Povo de Aurora, a lembrar no DNA cultural de Aurora a folhear as páginas nobres de uma nova história que começa com uma biblioteca, que, com certeza é uma nova luz para as novas gerações.
Por Luiz Domingos de LunaAurora - CE.
Fonte:http://blogdaaurorajc.blogspot.com/2009/02/estacao-ferroviaria-fonte-de-nascimento.html
Como bem frisou o escritor Aurorense Serra Azul "a sua história é trágica e tremenda", porém, a cordialidade dos que aqui chegaram os dos que passaram um hálito oxigenado de civilidade com a consolidação do primeiro educandário Monsenhor Vicente Bezerra no querido bairro do Araçá, uma nova luz acende no farol de desenvolvimento educacional, comercial e intelectual de Aurora. Agora, também, com a mesma maestria dos pioneiros a bailar nas linhas turvas de nossa história, o abalizado Prof.José Cícero da Silva, que a frente da Secretaria de Cultura Esporte e Turismo a voltar o charme provinciano de um povo simples e alvissareiro - O Povo de Aurora, a lembrar no DNA cultural de Aurora a folhear as páginas nobres de uma nova história que começa com uma biblioteca, que, com certeza é uma nova luz para as novas gerações.
Por Luiz Domingos de LunaAurora - CE.
Fonte:http://blogdaaurorajc.blogspot.com/2009/02/estacao-ferroviaria-fonte-de-nascimento.html
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Morre o Anjo Musical da Paróquia do Sr.Menino Deus em Aurora
Morre o anjo musical da paróquia do Senhor Menino Deus de Aurora*
Enquanto a história a devorar em manuscritos, os acontecimentos seletivos que registram a passagem do homem no globo giratório, em janeiro de 1961, o pórtico da igreja matriz de Aurora foi testemunha da entrada de um homem simples, humilde, curvado em suas orações, no estado de completa entrega aos escolhidos a serviço da messe do senhor.
A penumbra deste gesto de oblação plena foi à trajetória de mais de 40 anos na linha de fé continuada, uma fé traduzida em obra, obra de vida, obra de luz, obra de um testemunho de 70 anos de união conjugal num modelo de moral religiosa para todos os habitantes da terra do Menino Deus. Para o cidadão comum isto basta, mas para o mestre Joaquim Paulino, 'seu Joaquim Paulino', a igreja Matriz do Menino Deus merecia muito mais. Mas o que podia oferecer um homem humilde e simples a seqüência temporal continuada no raiar de cada Aurora ao templo sagrado de Deus? Isto foi o centro de suas preocupações primeiras que, consumia toda sua matéria, imergida no oceano de luzes, a focar a sequência de uma nova história, no vislumbre do cumprimento de sua missão. Missão revelada num sinal do majestoso vigário de Aurora Padre Francisco Luna Tavares – Padre Luna – Ao postar-se diante do Padre Luna, deu o seu sim, um sim completo, um sim que foi louvado na seara celestial com harpas, violões, violinos, cavaquinho e tudo mais, digno de um banquete celestial. Nasceu ai uma solução espiritual, mas o mundo limitado da matéria sempre a rondar as pessoas, a provação da dor material. Como uma provação de fé, ou um obstáculo a ser superado, como um 'espim' na carne, seu Joaquim Paulino sofreu e sofreu plenamente, como tocar violão para animação do santo sacrifício das celebrações eucarísticas da Igreja Matriz do Senhor Menino Deus, se Joaquim Paulino não tinha violão, a paróquia também não, o violão era apenas um modelo mental de luz sonora a povoar as mentes dos seres humanos que sabem quebrar a barreira das limitações materiais. Porque não dizer a barreira do mundo possível.
De posse da forma do modelo do violão grafado em sua mente brilhante e determinado, seu Joaquim Paulino parte nos baixios e na orla do rio Salgado a buscar a madeira para confecção do violão para a animação das solenidades litúrgicas na igreja Matriz do Senhor Menino Deus. Seu Joaquim Paulino era carpinteiro ou entendia das artes de marcenaria? Com certeza não, pois inúmeras são as lápides, bem torneadas, e bem acabadas presente hoje no campus santo de Aurora. Um mestre na alvenaria, na argamassa, na esquadria, verdadeiras obras de arte que dão cor e vida ao nosso cemitério que em nada fica a desejar na relação com os demais da região. A sabedoria de seu Joaquim Paulino foi saltar a limitação do oficio e entronizar na sua alma o timbre de um grande escultor, e assim, de suas mãos foi materializado o violão, agora sim, confeccionado, afinado, materializado a integrar o corpo sonoro das liturgias, que, com o idealismo deste anjo, passou a formar o coro harmônico do coral, ao batido dos lábios dos fieis, ao som do violão a letra já vinha pronta para as fases de celebração da santa missa, violão, harmônio, órgão, companheiros do sonho deste anjo de luz da música eclesiástica da Igreja do Senhor Menino Deus de Aurora – Seu Joaquim Paulino.
Por: Prof. Luiz Domingos de Luna
Mestre da Ordem Stª Cruz -
Forania de Aurora-CE. --Postado por José Cícero no BLOG DO JOSÉ CÍCERO em 2/10/2009 04:35:00 PM
Enquanto a história a devorar em manuscritos, os acontecimentos seletivos que registram a passagem do homem no globo giratório, em janeiro de 1961, o pórtico da igreja matriz de Aurora foi testemunha da entrada de um homem simples, humilde, curvado em suas orações, no estado de completa entrega aos escolhidos a serviço da messe do senhor.
A penumbra deste gesto de oblação plena foi à trajetória de mais de 40 anos na linha de fé continuada, uma fé traduzida em obra, obra de vida, obra de luz, obra de um testemunho de 70 anos de união conjugal num modelo de moral religiosa para todos os habitantes da terra do Menino Deus. Para o cidadão comum isto basta, mas para o mestre Joaquim Paulino, 'seu Joaquim Paulino', a igreja Matriz do Menino Deus merecia muito mais. Mas o que podia oferecer um homem humilde e simples a seqüência temporal continuada no raiar de cada Aurora ao templo sagrado de Deus? Isto foi o centro de suas preocupações primeiras que, consumia toda sua matéria, imergida no oceano de luzes, a focar a sequência de uma nova história, no vislumbre do cumprimento de sua missão. Missão revelada num sinal do majestoso vigário de Aurora Padre Francisco Luna Tavares – Padre Luna – Ao postar-se diante do Padre Luna, deu o seu sim, um sim completo, um sim que foi louvado na seara celestial com harpas, violões, violinos, cavaquinho e tudo mais, digno de um banquete celestial. Nasceu ai uma solução espiritual, mas o mundo limitado da matéria sempre a rondar as pessoas, a provação da dor material. Como uma provação de fé, ou um obstáculo a ser superado, como um 'espim' na carne, seu Joaquim Paulino sofreu e sofreu plenamente, como tocar violão para animação do santo sacrifício das celebrações eucarísticas da Igreja Matriz do Senhor Menino Deus, se Joaquim Paulino não tinha violão, a paróquia também não, o violão era apenas um modelo mental de luz sonora a povoar as mentes dos seres humanos que sabem quebrar a barreira das limitações materiais. Porque não dizer a barreira do mundo possível.
De posse da forma do modelo do violão grafado em sua mente brilhante e determinado, seu Joaquim Paulino parte nos baixios e na orla do rio Salgado a buscar a madeira para confecção do violão para a animação das solenidades litúrgicas na igreja Matriz do Senhor Menino Deus. Seu Joaquim Paulino era carpinteiro ou entendia das artes de marcenaria? Com certeza não, pois inúmeras são as lápides, bem torneadas, e bem acabadas presente hoje no campus santo de Aurora. Um mestre na alvenaria, na argamassa, na esquadria, verdadeiras obras de arte que dão cor e vida ao nosso cemitério que em nada fica a desejar na relação com os demais da região. A sabedoria de seu Joaquim Paulino foi saltar a limitação do oficio e entronizar na sua alma o timbre de um grande escultor, e assim, de suas mãos foi materializado o violão, agora sim, confeccionado, afinado, materializado a integrar o corpo sonoro das liturgias, que, com o idealismo deste anjo, passou a formar o coro harmônico do coral, ao batido dos lábios dos fieis, ao som do violão a letra já vinha pronta para as fases de celebração da santa missa, violão, harmônio, órgão, companheiros do sonho deste anjo de luz da música eclesiástica da Igreja do Senhor Menino Deus de Aurora – Seu Joaquim Paulino.
Por: Prof. Luiz Domingos de Luna
Mestre da Ordem Stª Cruz -
Forania de Aurora-CE. --Postado por José Cícero no BLOG DO JOSÉ CÍCERO em 2/10/2009 04:35:00 PM
domingo, 8 de fevereiro de 2009
Infra-Estrutura do País em Sucata
Infra-Estrutura do país em Sucata - Por: Luiz Domingos de Luna
É muito importante para a sociedade problematizar assuntos pertinentes a política, a economia, enfim, ao dia a dia do convívio social, na interação e na busca de soluções para problemas que vão surgindo com o aprimoramento do processo democrático neste país. É na argamassa da fruição de idéias que vai se formando um Brasil com as tonalidades das aspirações do povo brasileiro.É inquestionável que a força da democracia reside justamente no ponto da pluralidade de opiniões, com instituições saudáveis, com uma imprensa livre, onde a liberdade de expressão seja o farol para o desenvolvimento, intelectual, material, na formação do “todo orgânico” que visa o bem estar da sociedade brasileira como um todo. Gostaria também que, com o mesmo afinco com que se questiona, se problematiza os problemas existenciais no momento presente, a noticia em foco, o problema na ocorrência, também é de suma importância fazer um questionamento sobre a infra-estrutura brasileira; pois, penso que o desenvolvimento de um país passa a ser um fato real quando o estado oferece a sociedade uma infra-estrutura que contenha condições para o crescimento social em todos os seus aspectos, desta forma,compreendo que as veias básicas que irrigam o pulsar do ” eu” social estão no mínimo entupidas ou sucatadas, a nossa malha rodoviária que interliga o país hoje é um cartão de visita que envergonha qualquer brasileiro, e o pior é que, a situação, além de ser raramente questionada nos meios de comunicação de massa é um ponto para o nascedouro de um tumor maligno que em qualquer tempo pode parar o país, não quero dizer que a situação da problemática da infra-estrutura foi criada no governo atual, claro que não, quem não lembra dos apagões nos governos anteriores, com certeza são problemas antigos que exigem soluções novas, versáteis, urgentes.Por que não tratar a problemática da infra-estrutura brasileira com seriedade? Se o Estado não tem condições de solucionar a problemática da infra-estrutura, por que não terceirizar?Entendo que é urgente a necessidade de uma política voltada com determinação, garra, tenacidade, na elaboração de medidas concretas para resolver de uma vez por todas a situação da infra-estrutura no Brasil.Creio que este problema pertence a todos brasileiros, independentemente de ideologias, pois o bem comum beneficia a todos indistintamente, do contrário, iremos repassar para as novas gerações um país apodrecido dentro de sua própria malha básica na sua própria função de servir a sociedade. E Ai quando for descoberto que o estado falhou já é muito tarde.
Por: Luiz Domingos de Luna
Postado por Dihelson Mendonça às 10:54 PM
Fonte:http://blogdocrato.blogspot.com/2009/02/infra-estrutura-do-pais-em-sucata-por.html
É muito importante para a sociedade problematizar assuntos pertinentes a política, a economia, enfim, ao dia a dia do convívio social, na interação e na busca de soluções para problemas que vão surgindo com o aprimoramento do processo democrático neste país. É na argamassa da fruição de idéias que vai se formando um Brasil com as tonalidades das aspirações do povo brasileiro.É inquestionável que a força da democracia reside justamente no ponto da pluralidade de opiniões, com instituições saudáveis, com uma imprensa livre, onde a liberdade de expressão seja o farol para o desenvolvimento, intelectual, material, na formação do “todo orgânico” que visa o bem estar da sociedade brasileira como um todo. Gostaria também que, com o mesmo afinco com que se questiona, se problematiza os problemas existenciais no momento presente, a noticia em foco, o problema na ocorrência, também é de suma importância fazer um questionamento sobre a infra-estrutura brasileira; pois, penso que o desenvolvimento de um país passa a ser um fato real quando o estado oferece a sociedade uma infra-estrutura que contenha condições para o crescimento social em todos os seus aspectos, desta forma,compreendo que as veias básicas que irrigam o pulsar do ” eu” social estão no mínimo entupidas ou sucatadas, a nossa malha rodoviária que interliga o país hoje é um cartão de visita que envergonha qualquer brasileiro, e o pior é que, a situação, além de ser raramente questionada nos meios de comunicação de massa é um ponto para o nascedouro de um tumor maligno que em qualquer tempo pode parar o país, não quero dizer que a situação da problemática da infra-estrutura foi criada no governo atual, claro que não, quem não lembra dos apagões nos governos anteriores, com certeza são problemas antigos que exigem soluções novas, versáteis, urgentes.Por que não tratar a problemática da infra-estrutura brasileira com seriedade? Se o Estado não tem condições de solucionar a problemática da infra-estrutura, por que não terceirizar?Entendo que é urgente a necessidade de uma política voltada com determinação, garra, tenacidade, na elaboração de medidas concretas para resolver de uma vez por todas a situação da infra-estrutura no Brasil.Creio que este problema pertence a todos brasileiros, independentemente de ideologias, pois o bem comum beneficia a todos indistintamente, do contrário, iremos repassar para as novas gerações um país apodrecido dentro de sua própria malha básica na sua própria função de servir a sociedade. E Ai quando for descoberto que o estado falhou já é muito tarde.
Por: Luiz Domingos de Luna
Postado por Dihelson Mendonça às 10:54 PM
Fonte:http://blogdocrato.blogspot.com/2009/02/infra-estrutura-do-pais-em-sucata-por.html
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
Esmerindo Cabrinha o Humanizador musical de Aurora
Esmerindo Cabrinha da Siva - O humanizador musical de Aurora - Ceará.
educação
Resposta ao Debate: O ensino de música nas escolas melhora a educação?
Esmerindo Cabrinha da Silva - O humanizadorMusical de Aurora
Luiz Domingos de LunaBuscar na web
Respirando a atmosfera artística e cultural de Cajazeiras/PB, pelas ruas, pelos espaçosconcretos e abstratos, assim, ao chamado de qualquer instrumento Musical, ao acorde dosom, ao movimento dos dedos, ao ritmo da composição, a harmonia das orquestras; estavalá, sempre vigilante, sem pressa, doado por inteiro, imergido nas ondas sonoras.Navegando na simplicidade, na humildade, na entrega total, na missão intrínseca do seu ser,servir a sociedade na educação musical, num processo contínuo, burilando no mundomágico de sua criação as letras sonoras que iriam libertar o homem das masmorras sociais,pois toda pequenez da matéria, era pulverizada por um conjunto harmônico de sonsvibratórios, dando uma dimensão elástica do ser, na passagem temporal da existência; acada nota, expelida pelo fito musical, um sonho, um desejo, uma vontade determinada desalvar a juventude das correntes de uma modernidade balofa. Gostava sempre de, em cadafonte, um ponto de um novo nascimento, não um nascimento ditado, sistematizado, naordem, nas regras de conduta, mas no auto-nascimento, pois a cada músico, apossibilidade plena do encontro entre o ‘Eu íntimo’ e o som projetado. É incrível como cadadiscípulo de Esmerindo Cabrinha conseguia esculpir na alma a busca pela perfeição, umaperfeição sem cobranças, sem normas, sem lei, sem correção, feita apenas com o olhar1silencioso, o olhar de quem acredita, de quem confia, era como se o olhar falasse ‘não sepreocupe, eu estou do seu lado, você consegue, você supera, você chega lá’. Estedébito musical dos alunos iniciantes sempre formava o paredão da ética, docompromisso, da vontade de acertar, da determinação de mostrar para si e para o mundoque aquele mestre não estava ali em vão, ou por um momento existencial efêmero, massim, para abrir horizontes para jovens que só tiveram uma única oportunidade na vida, aoportunidade de aprenderem com o Maestro Esmerindo Cabrinha da Silva, isto era tudoque os alunos possuíam. Eu mesmo, quando da chegada do maestro em Aurora, sempreatentamente, assistia às suas aulas, a sua didática me contagiava, pois não era apenas umprofessor de música, era muito mais, um humanizador, um construtor da cidadania, daética, do respeito ao conjunto, e por extensão a sociedade, por que não dizer a humanidadecomo um todo. Os alunos de Esmerindo viam no maestro um instrumento afinado quetentava reconstruir o espaço único da alma humana, numa luta contínua contra asintempéries negativistas que sujam a história da humanidade. Da minha convivência como meu mestre musical, edificador da natureza humana em linhas suaves, decodificadas aobrilho da harmonia, da melodia sonora, ficava sempre admirado com a sua despreocupaçãocom a grandeza do mundo material, pois para seu Esmerindo, a riqueza do ser humanoestava em projetar para o mundo um benfeitor musical e social, um humanizador,conseguir isto, parecia algo utópico, mas no carrossel do vendaval da existência, a marcade Esmerindo Cabrinha da Silva ficou timbrada para sempre, esculpida no interior de cadaum dos seus alunos que hoje pavimentam nos mais diversos rincões deste país o celeiro degrandes músicos que envaidecem o seu Estado natal, Paraíba, e a sua amada e nunca esquecida, Aurora no Ceará.
Fonte:http://www.jornaldedebates.ig.com.br/debate/ensino-musica-nas-escolas-melhora-educacao/artigo/esmerindo-cabrinha-siva-humanizador-musical
educação
Resposta ao Debate: O ensino de música nas escolas melhora a educação?
Esmerindo Cabrinha da Silva - O humanizadorMusical de Aurora
Luiz Domingos de LunaBuscar na web
Respirando a atmosfera artística e cultural de Cajazeiras/PB, pelas ruas, pelos espaçosconcretos e abstratos, assim, ao chamado de qualquer instrumento Musical, ao acorde dosom, ao movimento dos dedos, ao ritmo da composição, a harmonia das orquestras; estavalá, sempre vigilante, sem pressa, doado por inteiro, imergido nas ondas sonoras.Navegando na simplicidade, na humildade, na entrega total, na missão intrínseca do seu ser,servir a sociedade na educação musical, num processo contínuo, burilando no mundomágico de sua criação as letras sonoras que iriam libertar o homem das masmorras sociais,pois toda pequenez da matéria, era pulverizada por um conjunto harmônico de sonsvibratórios, dando uma dimensão elástica do ser, na passagem temporal da existência; acada nota, expelida pelo fito musical, um sonho, um desejo, uma vontade determinada desalvar a juventude das correntes de uma modernidade balofa. Gostava sempre de, em cadafonte, um ponto de um novo nascimento, não um nascimento ditado, sistematizado, naordem, nas regras de conduta, mas no auto-nascimento, pois a cada músico, apossibilidade plena do encontro entre o ‘Eu íntimo’ e o som projetado. É incrível como cadadiscípulo de Esmerindo Cabrinha conseguia esculpir na alma a busca pela perfeição, umaperfeição sem cobranças, sem normas, sem lei, sem correção, feita apenas com o olhar1silencioso, o olhar de quem acredita, de quem confia, era como se o olhar falasse ‘não sepreocupe, eu estou do seu lado, você consegue, você supera, você chega lá’. Estedébito musical dos alunos iniciantes sempre formava o paredão da ética, docompromisso, da vontade de acertar, da determinação de mostrar para si e para o mundoque aquele mestre não estava ali em vão, ou por um momento existencial efêmero, massim, para abrir horizontes para jovens que só tiveram uma única oportunidade na vida, aoportunidade de aprenderem com o Maestro Esmerindo Cabrinha da Silva, isto era tudoque os alunos possuíam. Eu mesmo, quando da chegada do maestro em Aurora, sempreatentamente, assistia às suas aulas, a sua didática me contagiava, pois não era apenas umprofessor de música, era muito mais, um humanizador, um construtor da cidadania, daética, do respeito ao conjunto, e por extensão a sociedade, por que não dizer a humanidadecomo um todo. Os alunos de Esmerindo viam no maestro um instrumento afinado quetentava reconstruir o espaço único da alma humana, numa luta contínua contra asintempéries negativistas que sujam a história da humanidade. Da minha convivência como meu mestre musical, edificador da natureza humana em linhas suaves, decodificadas aobrilho da harmonia, da melodia sonora, ficava sempre admirado com a sua despreocupaçãocom a grandeza do mundo material, pois para seu Esmerindo, a riqueza do ser humanoestava em projetar para o mundo um benfeitor musical e social, um humanizador,conseguir isto, parecia algo utópico, mas no carrossel do vendaval da existência, a marcade Esmerindo Cabrinha da Silva ficou timbrada para sempre, esculpida no interior de cadaum dos seus alunos que hoje pavimentam nos mais diversos rincões deste país o celeiro degrandes músicos que envaidecem o seu Estado natal, Paraíba, e a sua amada e nunca esquecida, Aurora no Ceará.
Fonte:http://www.jornaldedebates.ig.com.br/debate/ensino-musica-nas-escolas-melhora-educacao/artigo/esmerindo-cabrinha-siva-humanizador-musical
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